Na última semana de campanha política, os postulantes à Presidência da República intensificaram suas agendas com atos públicos, reuniões e entrevistas pelo país. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu compromissos em Belém e Manaus, prometendo ampliar o acesso da população a exames modernos, diagnósticos céleres e médicos especialistas na rede pública. Em outra agenda, Renan Santos (Missão) encontrou-se com apoiadores no centro de Vitória (ES), enquanto Romeu Zema (Novo) almoçou com apoiadores em Caeté (MG) e concedeu entrevista a uma rádio de Nova Era (MG).

Em Goiânia, Ronaldo Caiado (PSD) realizou caminhada e defendeu a limitação do crescimento dos gastos obrigatórios a metade do crescimento do PIB, além de corte nas despesas discricionárias. Na capital paulista, Samara Martins (UP) panfletou na Mooca, participou de ato pela legalização do aborto na Avenida Paulista e esteve na Universidade Zumbi dos Palmares. Flávio Bolsonaro (PL) também esteve em São Paulo, onde caminhou pelo Brás e pelo Mercadão, defendendo a redução de impostos para empreendedores e criticando as taxas de juros.

Ainda na capital paulista, Clariana Barão (DC) conversou com comerciantes no Mercadão, prometendo indicar quatro mulheres ao STF se eleita. Augusto Cury (Avante) reuniu-se com executivos do Bradesco, integrantes da ANTF e do YouTube Brasil, cancelando visita à Assembleia de Deus no Brás. Em Brasília, Hertz Dias (PSTU) concedeu entrevistas e defendeu junto a estudantes da UnB o fim do arcabouço fiscal e maior investimento na educação.

Outros candidatos tiveram agendas focadas na imprensa ou sem compromissos públicos. Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevista jornalística. Já Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou compromissos oficiais, enquanto Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não realizaram agendas públicas na segunda-feira.